26 de abril de 2010

Navegar é preciso. Mas com segurança.

O uso da Internet tem sido uma grande preocupação para muitos pais e professores.

Assista ao vídeo e veja as dicas importantes sobre o uso seguro da Internet::

Referência:http://www.dnt.adv.br/noticias/seguranca-da-informacao/cartilha-dicas-de-seguranca-no-uso-de-computadores-e-da-internet/
Agora que você já assitiu ao vídeo, poste um comentário sobre o uso seguro da Internet.
Fale sobre os cuidados que você tem tomado e sobre os quais você tomará depois de assistir a esse alerta.
Participe!

Blog Educativo: Ferramenta pedagógica colaborativa

Blog Educativo:
ferramenta pedagógica colaborativa

A utilização dos recursos da Informática na educação é um tema recorrente tendo em vista as novas funções da escola frente ao desenvolvimento tecnológico e científico da nossa sociedade.
Nesse contexto, o projeto Blog: ferramenta pedagógica colaborativa nasce considerando-se a importância da associação de atividades que integram as novas tecnologias às práticas pedagógicas.
Por seu caráter interativo, revela-se como um excelente instrumento para compartilhar conhecimento numa dialética de ensinar e aprender. Através dele, professores e alunos poderão desenvolver habilidades de gerenciar informações e de transformar essas informações em conhecimento através da reflexão crítica fundamental no momento da realização de postagem e de comentários avaliativos.

Assim,
o Blog do CIEP 113 foi criado com a finalidade de se tornar mais uma ferramenta para a aprendizagem, tendo como principais objetivos:
- Inserir ambientes virtuais de aprendizagem no cotidiano de alunos e professores;

- Explorar a multiplicidade das tecnologias da informação e da comunicação (TIC) na aprendizagem;

- Possibilitar recursos para a aprendizagem de forma contínua em atividades extra-escola;

- Desenvolver postura diante de conhecimentos à disposição através das novas tecnologias;

- Estimular o protagonismo juvenil;

- Formar grupos de alunos para assessorar o processo pedagógico;

- Desenvolver hábitos cooperação e de utilização responsável da internet;

- Desenvolver confiança ao experimentar, criar e avaliar e comentar trabalho;

- Desenvolver habilidades de leitura e de escrita de acordo com as noções de letramento
- Expressar-se de forma criativa e pessoal.

20 de abril de 2010



O Genocídio dos ucranianos





18 de abril de 2010

Dia do Amigo


18 de abril - Dia do Amigo

Poema de Amigo Aprendiz

Quero ser o teu amigo.
Nem demais, nem de menos.
Nem de tão longe nem de tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida,
e ficar na tua vida
da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-lhe a liberdade.
Sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar quando for hora de calar,
e sem calar quando for hora de falar.
Nem ausente nem presente por demais,
simplesmente, calmamente, ser-te paz...
É bonito ser amigo.
Mas, confesso, é tão difícil aprender
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças!
Dá-me tempo de acertar nossas distâncias!
Pe. Zezinho


15 de abril de 2010

Revolução Industrial



Revolução industrial: a vida no ritmo da máquina

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18 de abril
Dia Nacional do Livro Infantil

O dia 18 de abril foi instituído como o dia nacional da literatura infantil, em homenagem à Monteiro Lobato.
Monteiro Lobato foi um dos maiores autores da literatura infanto-juvenil, brasileira. Nascido em Taubaté, interior de São Paulo, em 18 de abril de 1882, iniciou sua carreira escrevendo contos para jornais estudantis. Em 1904 venceu o concurso literário do Centro Acadêmico XI de Agosto, época em que cursava a faculdade de direito.
Como viveu um período de sua vida em fazendas, seus maiores sucessos fizeram referências à vida num sítio, assim criou o Jeca Tatu, um caipira muito preguiçoso. Depois criou a história “A Menina do Nariz Arrebitado”, que fez grande sucesso. Dando sequência a esses sucessos, montou a maior obra da literatura infanto-juvenil: O Sítio do Picapau Amarelo, que foi transformado em obra televisiva nos anos oitenta, sendo regravado no final dos anos noventa.
 Dentre seus principais personagens estão D. Benta, a avó; Emília, a boneca falante; Tia Nastácia, cozinheira e seus famosos bolinhos de chuva, Pedrinho e Narizinho, netos de D. Benta; Visconde de Sabugosa, o boneco feito de sabugo de milho, Tio Barnabé, o caseiro do sítio que contava vários “causos” às crianças; Rabicó, o porquinho cor de rosa; dentre vários outros que foram surgindo através das diferentes histórias.
Dentre suas obras, Monteiro Lobato resgatou a imagem do homem da roça, apresentando personagens do folclore brasileiro, como o Saci Pererê, negrinho de uma perna só; a Cuca, uma jacaré muito malvada; e outros. Também enriqueceu suas obras com obras literárias da mitologia grega, bem como personagens do cinema (Walt Disney) e das histórias em quadrinhos. Na verdade, através de sua inteligência, mostrou para as crianças como é possível aprender através da brincadeira. Com o lançamento do livro “Emília no País da Gramática”, em 1934, mostrou assuntos como adjetivos, substantivos, sílabas, pronomes, verbos e vários outros. Além desse, criou ainda Aritmética da Emília, em 1935, com as mesmas intenções, porém com as brincadeiras se passando num pomar.
Monteiro Lobato morreu em 4 de julho de 1948, aos 66 anos de idade, no ano de 2002 foi criada uma Lei (10.402/02) que registrou o seu nascimento como data oficial da literatura infanto-juvenil.
 Por Jussara de Barros (Pedagoga – Equipe Brasil Escola)  
Referências: http://blogdolinho.blogspot.com/


10 de abril de 2010

Vocação de escritor e a arte de escrever


Um dos maiores escritores portugueses desde Eça de Queiróz, Antônio Lobo Antunes, vencedor do prêmio Camões em 2007, fala sobre a vocação de escritor e a arte de escrever


Abaixo, a transcrição na íntegra da entrevista.
O ESCRITOR

Lobo Antunes. Se você quer mesmo escrever, tem que escrever para ser o melhor. E tem que escrever para chegar o mais longe. Chegar o mais longe, no interior da alma humana, no interior da pessoa, no interior da vida – estar mais perto da vida.
Você conhece aquele pintor Paul Klee? Era um pintor suíço que quando morreu quis que o botassem perto de uma maternidade. Ele dizia: "Para estar perto do coração da vida". Então, escrever é um pouco isso, você tem que tentar estar mais perto do coração da vida, onde estão os homens – e você no meio deles.
O escritor não pode estar no alto que está. A gente nao pode amar aquilo que não pode tocar. Tem que estar no meio dos homens, entre eles. Só no meio dos homens que vale a pena viver.
Não entendo o artista distante que está a parte do mundo. Você é um homem comum, vivendo entre homens comuns. Seu trabalho é escrever, como podia ser pintor de paredes, engenheiro, médico, sapateiro...
É preciso desmistificar o escritor enquanto criatura superior. É um homem comum. Abraços como a criação que o cerca e não controla.

A POESIA
Lobo Antunes. Meu pai tinha sobretudo poesia [em casa]. Meu avô não tinha, porque achava que poesia era coisa de viado. Mas era sobretudo poesia: Bandeira, Drummond, Jorge Lima, Murilo Mendes... Escritores, mais ou menos o que a geração dele lia. Não lia muito, porque a poesia vende muito pouco. É engraçado, porque na casa do meu pai nao havia fotografias de filhos, fotografias de família. Só havia fotografia de poetas. Eu tinha um imenso respeito pela poesia. Então, ao invés de encontrar um tio ou uma avó, passei a encontrar as fotografias dos poetas.
Lembro, uma vez, pouco antes de morrer, um dos meus irmãos perguntou: “O que gostaria de deixar para seus filhos?”. E eu respondi: “O amor das coisas belas”. E fiquei com uma grande admiração por essa resposta. Eu tinha um imenso respeito pelos artistas, achava que eles sofriam mais que as outras pessoas. Não sei se sofrem mais, sofrem talvez da maneira mais aparentemente dramática. A nossa vida é feita de coisas tão contraditórias e os grandes sofrimentos, as grandes tranformações são interiores. Não se passam por fora, passam-se por dentro. Os grandes cataclismas e os grandes tremores de terra são sempre interiores.

O PROCESSO DE CRIAÇÃO
Lobo Antunes. Sabe, nada disso foi premeditado. Comecei a escrever com cinco, seis anos. Era muito interessante porque você punha as palavras uma seguida das outras e fazia sentido. Então era maravilhoso. Depois começa a ser difícil. Aos 14, 15 anos você nota que há uma diferença entre escrever bem e escrever mal. Aí começa a angústia, né? E, depois, aos 18, você compreende que há diferença para escrever uma obra-prima. Porque você quer escrever uma obra-prima, quer dizer o que nunca ninguém disse.
Tem que ser profundamente ambicioso: “Eu vou fazer o que até agora ninguém fez”. E pode falhar, evidente. Mas pelo menos não fica com remorso por não ter tentado.


SOBRE O LIVRO MEU NOME É LEGIÃO
Lobo Antunes. Não era tanto a imigração que interessava. Todo livro é sobretudo uma reflexão pessoal e profunda sobre a arte de escrever. Era como se a polícia do livro fosse o escritor e aquelas vozes daqueles meninos fosse o material, que escapa de todas as maneiras, estão sempre fugindo. E, ao mesmo tempo, é inestinguível o ser de ternura daqueles meninos. Simplesmente, eles não tiveram outro meio de exprimir a não ser matando, foi assim que foram educados. Porque só conheciam o mundo da violência, em que até o amor é pedido com violência. Aquilo que nós estamos pedindo sempre é: “Gostem de mim, gostem de mim, goste de mim... Reparem em mim, estou vivo, estou aqui”. Porque nós damos muito pouca atenção uns aos outros, nao há tempo. As pessoas vão ao psiquiatra porque ele é uma orelha muito grande para quem podem falar. Em casa é difícil falar, porque chega em casa tem marido, mulher, filhos, internet, televisão. Então substitui-se o diálogo pelo comunicado. As pessoas não dialogam, emitem um comunicado como um boletim de saúde. E um livro é um objeto, uma coisa que acaba por se tornar vivo, porque com ela você pode partilhar. E o livro partilha consigo e você partilha com o livro, e consegue ter uma relação quase carnal, quase sensual com o livro, né? E fica apaixonado. Eu estou apaixonado pela Emily Brontë, O morro dos vendavais [O morro dos ventos uivantes, na tradução brasileira]. Porque ela escreveu aquele livro para mim, e estava a dizer aquilo que eu sentia. Aquilo que eu sentia e não era capaz de dizer, porque não me era consciente. Então você está lendo e sente a mesma coisa, isto que senti e não era capaz de dizer.

O TEMPO DA ESCRITA
Lobo Antunes. Isso é variável. Nunca menos de um, dois anos. Trabalhando todos os dias, oito, nove horas por dia, sábados, domingos. Não menos que isso. Mas você lê A cartuxa de Parma, de Stendhal, foi ditado em 57 dias. O tempo que você demora não torna o livro nem melhor nem pior. Tem livros que são mais rápidos que outros. Com A explicação dos pássaros eu tive só cinco ou seis meses. Com os outros tive muito mais tempo. É assim, milagres. Você não sabe porque em um dia faz três linhas, no outro dia faz uma página, trabalhando as mesmas horas. Não sei, não tenho uma explicação para isso. 

Obrigado.

5 de abril de 2010

A grande conversação


Conheça os filósofos, escritores e intelectuais que o professor Daniel toma como referência e tiveram uma importante influência em sua formação. Será que algum deles influenciará você?

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Caros alunos, só pude conhecer esses autores e aprender com eles porque entrei naquilo que Mortimer Adler chamou de "A Grande Conversação". Você quer saber o que é a "Grande Conversação" e como entrar nela?

O QUE É A 'GRANDE CONVERSAÇÃO' ?
Mortimer Adler freqüentemente dizia que era essencial no processo de formação do estudante, fazer como que ele entre na chamada "grande conversação". Mas, o que significa isso?
Adler cunhou este termo para expressar algo que todos podemos observar facilmente: o mundo está repleto de opiniões; a cada esquina, podemos encontrar alguém discorrendo sobre política, economia, religião, literatura, etc. Além disto, multiplicam-se as publicações: livros, revistas e jornais - sem falar nos milhões de sites que surgem diariamente na internet. A quantidade de informações há muito passou do excessivo: quando há tanta coisa sendo dita, em quê devemos prestar atenção?
Ora, podemos ver facilmente que nem todas estas opiniões têm o mesmo valor. Muitos dos debatedores de esquina nem mesmo se lembrarão de suas próprias opiniões em um ano. Muitos dos livros, revistas, jornais e sites que hoje são badalados, serão completamente esquecidos em alguns anos - talvez meses. Por outro lado, existem certas opiniões que resistem ao teste do tempo; passam-se anos, séculos, e até milênios, e elas continuam sendo relevantes nas discussões da atualidade. É este conjunto de opiniões que paira acima dos debates culturais de cada época que Adler chama de "grande conversação".
A grande conversação ao mesmo tempo é tanto o alimento como o produto das grandes mentes da história. Estas opiniões persistem ao longo das épocas porque são justamente as mais valiosas que cada tempo produziu; e, por serem as mais valiosas, são elas justamente que serão consideradas pelas grandes mentes de cada época. St. Tomás não perdia seu tempo batendo boca nas esquinas, pois ele sabia que poderia encontrar uma fonte muita valiosa na leitura de Aristóteles. E o próprio Aristóteles, por sua vez, não perdia seu tempo discutindo com qualquer um, mas preferia analisar com cuidado as opiniões que lhe chegaram dos grandes mestres do passado.
Cada grande pensador, portanto, se afasta dos modismos do seu tempo para discutir com os grandes mestres do passado; deste modo, cria-se uma tradição auto-referente, onde o mais novo participante da discussão procura primeiro inteirar-se do que foi dito anteriormente, para depois oferecer sua própria contribuição. Se esta nova contribuição se mostrar sendo muito valiosa, ela também resistirá à passagem do tempo, e irá se integrar como mais um capítulo nesta grande conversação.

A idéia de uma grande conversação coloca o excesso de informação do nosso tempo em nova perspectiva: de tudo o que está sendo dito, o que tem realmente um valor intrínseco e o que é apenas modismo passageiro? O que irá permanecer e o que será logo esquecido? Fazendo estas perguntas, logo percebemos que, mais importante que absorver um grande número de informações, é preciso aprender a separar o relevante do irrelevante; e, percebemos também, que uma opinião será tanto mais relevante quanto seu defensor estiver consciente da evolução dos debates da grande conversação.
A conclusão necessária, portanto, é que antes de procurar adquirir informações, deveríamos buscar adquirir uma educação clássica que, nos inteirando dos debates da grande conversação, nos tornaria aptos a julgar adequadamente os debates da atualidade.
Por ser uma educação voltada para a grande conversação, é necessariamente uma educação voltada para a leitura dos grandes livros. Já estamos muito distantes do tempo de Platão, onde havia uma rica tradição oral através da qual podíamos nos inteirar das grandes opiniões do passado. Atualmente, grande parte desta tradição está perdida, mesmo entre aqueles que profissionalmente deveriam resguardá-la. Portanto, a educação deve ser, no nosso tempo, necessariamente uma educação através dos livros - não de quaisquer livros, mas apenas daqueles que foram escritos pelos melhores da nossa história.

Comemorações da Semana Santa
Aluno do CIEP 113 participa de
Auto da Paixão de Cristo

Como parte das comemorações da Semana Santa, foi apresentado um Auto da Paixão de Cristo em uma “peça cantada”, na Igreja Cristã de Nova Vida, presidida pelo Pastor Paulo Ferreira, no Bairro Jardim Nova Era, em Nova Iguaçu.
Haylla Guedes Falcão e Liliane Avelino, entre outros jovens realizaram a coreografia, e a parte musical foi apresentada por Andréia Avelino, Liliane Avelino, Rafael Correia, Bruno Fernandes, Dayanne Costa e Hugo Fernando.
  A ''peça'' demonstrava o Amor de Cristo por cada um de nós quando, sofrendo por nossos pecados, morreu naquela Cruz.
 “É simplesmente emocionante, tocante e edificador, por mais que todos os anos nós vimos esse tipo de apresentação ficamos emocionados ainda assim ao lembrar de sua morte na Cruz”. – afirma Hugo Fernandes- aluno do CIEP 113.
Reportagem e fotos: Hugo Fernandes
 


Semana Santa:  Tradição e comemorações da Paixão de Cristo
A Semana Santa é uma tradição religiosa do Cristianismo que celebra a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus Cristo.
A Semana Santa se inicia na celebração da entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, que ocorre do domingo de ramos, e tem seu término com a ressurreição de Jesus Cristo, que ocorre no domingo de Páscoa.
Segundo a tradição Católica, Os dias da Semana Santa estão assim distribuídos:
Domingo de Ramos: O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a da entrada de Jesus em Jerusalém. Jesus é recebido em Jerusalém como um rei, mas os mesmos que o receberam com festa o condenaram à morte. Jesus é recebido com ramos de palmeiras.
Segunda-Feira Santa: É o segundo dia da Semana Santa. Onde o Nosso Senhor dos Passos começa sua caminhada rumo ao calvário.
Terça-Feira Santa: É o terceiro dia da Semana Santa.Onde é celebrada as sete dores de Maria.
Quarta-Feira Santa: É o quarto dia da Semana Santa. Encerra-se na Quarta-feira Santa o período quaresmal. Em algumas igrejas celebra-se neste dia a piedosa procissão do encontro de Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores. Ainda há igrejas que neste dia celebra o Ofício das Trevas, lembrando que o mundo já está em trevas devido à proximidade da Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Quinta-Feira da Ceia: É o quinto dia da Semana Santa. Neste dia é relembrada especialmente a Última Ceia. É também celebrada a Missa de Lava-pés, onde se relembra o gesto de humildade que Jesus realizou lavando os pés dos seus doze discípulos e comendo com eles a ceia derradeira. É neste momento que Judas Iscariotes sai correndo e vai entregar Jesus por trinta moedas de prata. É nesta noite em que Jesus é preso, interrogado e no amanhecer da Sexta-feira, açoitado e condenado. A igreja fica em vigília ao Santíssimo, relembrando os sofrimentos começados por Jesus nesta noite. A igreja já se reveste de luto e tristeza desnudando os altares, quando é retirado todos os enfeites, toalhas, flores, velas, tudo para simbolizar que Jesus já está preso e consciente do que vai acontecer.
Sexta-Feira Santa ou Sexta-Feira da Paixão: É quando a Igreja recorda a Morte do Salvador. É celebrada a Solene Ação Litúrgica, Paixão e Adoração da Cruz. A celebração da morte do Senhor consiste, resumidamente, na adoração de Cristo crucificado, precedida por uma liturgia da Palavra e seguida pela comunhão eucarística dos participantes. Presidida por um padre, presbítero ou bispo, paramentado como para a missa, de cor vermelha.
Sábado Santo: Também era chamado de Sábado de Aleluia, é o dia antes da Páscoa no calendário de feriados religiosos do Cristianismo.
Domingo de Páscoa: É o dia da ressurreição de Jesus, e as comemorações mais importantes do Cristianismo, que celebra a vida, o amor e a misericórdia de Deus.

A PÁSCOA E SEUS SÍMBOLOS
O nome páscoa surgiu a partir da palavra hebraica "pessach" ("passagem"), que para os hebreus significava o fim da escravidão e o início da libertação do povo judeu (marcado pela travessia do Mar Vermelho, que se tinha aberto para "abrir passagem" aos filhos de Israel que Moisés ia conduzir para a Terra Prometida).
Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. É considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria 


OVOS DE PÁSCOA
De todos os símbolos, o ovo de páscoa é o mais esperado pelas crianças. Nas culturas pagãs, o ovo trazia a idéia de começo de vida. Os povos costumavam presentear os amigos com ovos, desejando-lhes boa sorte. Os chineses já costumavam distribuir ovos coloridos entre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida. 


PÃO E VINHO

      O pão e o vinho simbolizam a aliança eterna do Criador com a sua criatura e sua presença no meio de nós. Jesus já sabia que seria perseguido, preso e pregado numa cruz. Então, combinou com dois de seus amigos (discípulos), para prepararem a festa da páscoa num lugar seguro. Quando tudo estava pronto, Jesus e os outros discípulos chegaram para juntos celebrarem a ceia da páscoa. Esta foi a Última Ceia de Jesus. A instituição da Eucaristia foi feita por Jesus na Última Ceia, quando ofereceu o pão e o vinho aos seus discípulos dizendo: "Tomai e comei, este é o meu corpo... Este é o meu sangue..."

Entre outros símbolos da Páscoa temos o coelho (fecundidade), o cordeiro (aliança com Deus), o círio Pascal (Cristo a luz dos povos), girassol  (a busca da luz que é Cristo), colomba pascal (a vinda do Espírito Santo), o sino(alegria da ressurreição de Cristo).

Referências:
http://www.portaldafamilia.org.br
http://proportoseguro.blogspot.com
http://juhze.blogspot.com

Colaboração: Thaís dos Prazeres( turma 3001)

1 de abril de 2010

1º de abril - Dia da Mentira

   Tudo começou quando o rei da França, Carlos IX, após a implantação do calendário gregoriano, instituiu o dia primeiro de janeiro para ser o início do ano. Naquela época, as notícias demoravam muito para chegar às pessoas, fato que atrapalhou a adoção da mudança da data por todos.
   Antes dessa mudança, a festa de ano novo era comemorada no dia 25 de março e terminava após uma semana de duração, ou seja, no dia primeiro de abril. Algumas pessoas, as mais tradicionais e menos flexíveis, não gostaram da mudança no calendário e continuaram fazer tal comemoração na data antiga. Isso virou motivo de chacota e gozação, por parte das pessoas que concordaram com a adoção da nova data, e passaram a fazer brincadeiras com os radicais, enviando-lhes presentes estranhos ou convites de festas que não existiam.Tais brincadeiras causaram dúvidas sobre a veracidade da data, confundindo as pessoas, daí o surgimento do dia 1º de abril como dia da mentira.
  Aproximadamente duzentos anos mais tarde essas brincadeiras se espalharam por toda a Inglaterra e, consequentemente, para todo o mundo, ficando mais conhecida como o dia da mentira. Na França seu nome é “Poisson d’avril” e na Itália esse dia é conhecido como “pesce d’aprile”, ambos significando peixe de abril. No Brasil, o primeiro Estado a adotar a brincadeira foi Pernambuco, onde uma informação mentirosa foi transmitida e desmentida no dia seguinte. “A Mentira”, em 1º de abril de 1848, apresentou como notícia o falecimento de D. Pedro, fato que não havia acontecido.
   Walt Disney criou uma versão para o clássico infantil Pinóquio, dando ênfase à brincadeira, mostrando para a criançada o quanto mentir pode ser ruim e prejudicial para a vida das pessoas. Ziraldo, um escritor brasileiro da literatura infanto-juvenil, também conta histórias sobre as mentiras, através do tão famoso personagem, o Menino Maluquinho. Em "O Ilusionista", Maluquinho descobre o mal provocado por roubar, fingir e mentir.
   Pregar mentiras nesse dia é uma brincadeira saudável, porém o respeito e o cuidado devem ser lembrados, para que ninguém saia prejudicado, afinal, a honestidade é a base para qualquer relacionamento humano.
Por Jussara de Barros - Graduada em Pedagogia - Equipe Brasil Escola

Mentira e música popular

Pega na mantira
Composição: Roberto Carlos e Erasmo Carlos

Zico tá no Vasco, com Pelé
Minas importou do Rio, a maré
Beijei o beijoqueiro na televisão
Acabou-se a inflação
Barato é o marido da barata
Amazônia preza a sua mata
Tá Tá Tá...
Pega na mentira
Pega na mentira
Corta o rabo dela
Pisa em cima
Bate nela
Pega na mentira...
Já gravei um disco voador
Disse a Castro Alves seu valor
Em Copacabana não tem argentino
Sou mais moço que um menino
Vi Papai Noel numa favela
O Brasil não gosta de novela...
Pega na mentira
Pega na mentira
Corta o rabo dela
Pisa em cima
Bate nela
Pega na mentira...
Sônia Braga é feia, não é boa
Já não morre peixe, na Lagoa
Passa todo mundo no vestibular
O amor vai se acabar
Carnaval agora é um dia só
Sem censura e guaraná em pó
Pó Pó Pó...
Pega na mentira
Pega na mentira
Corta o rabo dela
Pisa em cima
Bate nela
Pega na mentira...(5x)

 Mitomania 
Quando a mentira que é um sinal de transtono

A mitomania é a tendência patológica mais ou menos voluntária e consciente para a mentira. Normalmente, as mentiras dos mitomaníacos estão relacionadas a assuntos específicos, porém podem ser ampliadas e atingir outros assuntos em casos considerados mais graves . Uma menina cujo pai é violento, por exemplo, pode começar a inventar para as colegas como sua relação com o pai é boa e divertida, contando sobre passeios e conversas que nunca existiram. Justamente pelos mitômanos não possuírem consciência plena de suas palavras, os mesmos acabam por iludir os outros em histórias de fins únicos e práticos, com o intuito de suprirem aquilo de que falta em suas vidas. É considerada uma doença grave, necessitando o portador dela de grande atenção por parte dos amigos e familiares.
     Dizer a verdade é um sofrimento para quem tem mitomania, doença definida como uma forma de desequilíbrio psíquico caracterizado essencialmente por declarações mentirosas, vistas pelos que sofrem do mal como realidade.
Desse ponto de vista, podemos dizer que o discurso do mitômano é muito diferente daquele do mentiroso ou do fraudador, que tem finalidades práticas. Para estes, o objetivo não é a mentira, sendo esta apenas um meio para outros fins. Contam histórias ao mesmo tempo que acreditam nelas. É também uma forma de consolo.
Esse distúrbio tem sua origem na supervalorização de suas crenças em função da angústia subjacente. Muitas vezes as mesmas se apresentam unidas à angústia profunda, TOC, depressão e pós depressão.
   De um lado, o mitômano sempre sabe no fundo que o que ele diz não é totalmente verdadeiro. Mas ele também sabe que isso deve ser verdadeiro para que lhe garanta um equilíbrio interior suficiente. Em determinado momento, o sujeito prefere acreditar em sua realidade mais que na realidade objectiva exterior. Ele tem necessidade de contar essa história para se sentir tranquilizado e de acordo consigo mesmo.
    A mitomania não pode ser considerada como uma mentira compulsiva, e sim como uma doença que se não tratada pode causar transtornos sérios à pessoa que possui. Em geral, essa manifestação deve-se à profunda necessidade de apreço ou atenção.
A maioria dos casos de mitomanía, ao serem expostos, tornam-se vergonhosos. Todavia, os mitômanos que buscam ajuda por vontade própria, pedindo a seus familiares e principalmente aos seus amigos, são considerados extremamente raros, pois eles veem que estão sofrendo de um mal e desejam acima de tudo curar-se. O papel dos companheiros se torna extremamente importante na vida do indivíduo que sofre da doença, já que eles que irão indicar os pontos e erros.
    Não se sabe ao certo os motivos pelos quais a mitomania se manifesta. Primeiro, porque acarreta milhares de fatores sócio-psicológicos da pessoa afetada e, segundo, porque enfatiza uma situação social, podendo, então, mostrar-se eventual dependendo das circuntâncias presentes na época em que o indivíduo está vivendo. Na maioria das vezes é por desejo de aceitação daqueles que o rodeiam .
    A cura do indivíduo reside muitas vezes na implementação de um quadro de cuidados que associa o tratamento em meio psiquiátrico do problema subjacente a um acompanhamento psicoterapêutico. Tal acompanhamento torna-se a parte mais importante, sendo realizado pelas pessoas que rodeiam o mitômano e que o mesmo requisitou para ajudá-lo. É importante nunca negar ao mesmo tal acompanhamento, sendo este a chave para a cura, até mais importante que um tratamento psiquiátrico.


Referências
http://www.brasilescola
http://letras.terra.com.br 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitomania

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